O índice de mortalidade infantil é alto, quando levantamos como causa mortis, os acidentes. Muitas vezes, dentro da própria casa. Toda a atenção não basta, é melhor prevenir do que remediar, mas, se acontecer, saiba como agir.
Quem não conhece alguém que já passou por um acidente com seu filho na própria casa? Ou quem nunca ouviu um caso como esse?
- Acidentes são comuns entre crianças e muitas vezes, mesmo sendo debaixo dos olhos dos pais, não podem ser evitados.
Do mesmo modo que por uma fração de segundo, pode se evitar um acidente, pelo mesmo tempo, pode se perder uma vida se não souber como agir na hora H.
Verdadeiramente, é melhor prevenir do que remediar, mas, se o acidente acontecer, é bom estar informado e saber como agir.
AFOGAMENTO Uma criança pode se afogar em não mais que 5 centímetros de água e, portanto, é muito importante não deixá-la sozinha perto de uma piscina de plástico, uma banheira ou, até mesmo, um balde de água. Se não for resgatada rapidamente quando afogada, ficará asfixiada.
RESGATE Afogamento em grande quantidade de água é um perigo tanto para você quanto para o seu filho, portanto, primeiro tente resgatá-lo sem entrar na água. Procure alcançá-lo com a mão, com uma vara ou jogando-lhe um cinto. Entre na água somente se não houver outra alternativa. Em água rasa, leve seu filho para a terra caminhando; carregue-o somente se já estiver inconsciente. Enquanto o carrega, certifique-se de que sua cabeça está mais baixa do que o tronco - se vomitar, o risco de inalar o vômito será menor.
O QUE FAZER Leve seu filho a um lugar seco e aquecido mais próximo e, sem despi-lo, deite-o sobre um cobertor ou um casaco. Verifique sua respiração e pulso e, se necessário, faça a reanimação. Se estiver inconsciente, mas ainda respirando, coloque-o na posição de recuperação e monitore o tempo todo sua respiração. Substitua as roupas molhadas e proteja-o do frio. Ele deverá receber cuidados médicos o mais cedo possível - chame uma ambulância ou leve-o para o hospital, porque mesmo que pareça estar se recuperando, há chances de sofrer uma condição conhecida como "afogamento secundário", quando as passagens de ar ficam obstruídas pelo próprio inchaço das vias respiratórias. Seu filho pode, também, necessitar de tratamento para hipotermia.
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